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Postagens

O Buraco

1. Ando pela rua. Há um buraco fundo na calçada. Eu caio... Estou perdido... Sem esperança. Não é culpa minha. Leva uma eternidade para encontrar a saída. 2. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Mas finjo não vê-lo. Caio nele de novo. Não posso acreditar que estou no mesmo lugar. Mas não é culpa minha. Ainda assim leva um tempão para sair. 3. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Vejo que ele ali está. Ainda assim caio... É um hábito. Meus olhos se abrem. Sei onde estou. É minha culpa. Saio imediatamente. 4. Ando pela mesma rua. Há um buraco fundo na calçada. Dou a volta. 5. Ando por outra rua. Texto extraído de   O Livro Tibetano do Viver e do Morrer , de Sogyal Rinpoche (Ed. Talento/Palas Athena) Infelizmente muita gente prefere continuar caindo no mesmo buraco. Às vezes desenvolve até um prazer mórbido nisso, como uma forma de chamar a atenção pra si. Estes já têm sua recompensa. O ruim é quando arrastam outros consigo; ...

Saber Usar é Saber Viver

A importância do consumo consciente da água e seu emprego no Espiritismo Não é de hoje que ouvimos a expressão “faço porque todos fazem!”. Aliás, nenhum de nós está excluído de tal feito! Mas, o ser humano, ao guiar-se por pensamentos ou atos semelhantes peca, principalmente quando o assunto é ÁGUA. Seu desperdício no Brasil nos leva a uma contradição: possuímos o maior rio do mundo – o Rio Amazonas, com 7.025 km de extensão – e mesmo assim somos despertados frequentemente por anúncios sobre o uso inadequado de água, sua economia e constantes alertas a um possível racionamento. Para se ter idéia do consumo errado que o homem faz de algo tão precisoso, segundo pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizada em 4.425 cidades, 92% do esgoto produzido no país é lançado nos rios e no mar sem qualquer tratamento – os rios são responsáveis por 51% da utilização de água no país – e 30 milhões de habitantes, dos 150 milhões do Brasil, não recebem água tratada. ...

A Regra De Ouro

Imagine um grande empresário que além de ser um homem de sucesso também fosse um visionário. Imagine que este homem, mundialmente conhecido, resolvesse pesquisar o porquê do sucesso, isto é, resolvesse pesquisar qual seria a razão de determinadas pessoas destacaram-se pessoal e profissionalmente enquanto outras ficam à margem da sociedade. Imagine ainda que, para conseguir tal intento, este empresário financiasse todas as despesas desta pesquisa durante 25 anos. Durante 25 anos ( um quarto de século! ) seriam entrevistadas pessoas de sucesso. Durante 25 anos seriam catalogadas e pesquisadas as respostas destas pessoas para se chegar a um denominador comum. Se tal ocorresse, seria uma pesquisa seríssima. E o resultado desta pesquisa deveria ser leitura e estudo obrigatório de todas as pessoas e de todas as escolas. Mas será que existiu um empresário com tal disposição e visão de futuro? Existiu. Seu nome: Andrew Carnegie. Um dos propulsores do progresso dos Estados Unidos da...

Onde Está sua Vibração?

Somos energia, energia vibra, somos seres vibracionais. Vibramos numa freqüência, na freqüência dos nossos pensamentos e sentimentos. Quando sintonizamos um rádio escolhemos o estilo de música que desejamos ouvir. Na nossa vida acontece o mesmo. Pensamos, sentimos, sintonizamos. Se você deseja uma coisa precisa estar sintonizado com ela para que ela se manifeste. Digamos que você deseja ter dinheiro suficiente para ter o que quiser, se vive preocupado com a falta do dinheiro ou medo de não consegui-lo, onde está sua vibração? Na abundância ou na falta? Deseja um relacionamento harmonioso, e está sempre criticando e reclamando do seu (a) companheiro (a)... onde está sua vibração? Na harmonia ou no conflito? Quando pensamos nisso nos vem à mente como mudar a vibração, se eu não tenho dinheiro mesmo, e meu (a) companheiro (a) não coopera??? Vou mentir? Não consigo. Não vamos mentir. Mas vamos resolver escolher outra situação, parando de doar energia para uma situação desagradável, e ...

Fé, Mãe da Esperança e da Caridade

A fé, para ser proveitosa, deve ser ativa; não pode adormecer. Mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus, deve velar atentamente pelo desenvolvimento das suas próprias filhas. A esperança e a caridade são uma conseqüência da fé. Essas três virtudes formam uma trindade inseparável. Não é a fé que    sustenta a esperança de se verem cumpridas as promessas do Senhor; porque, se não tiverdes fé, que esperareis? Não é a fé que vos dá o amor? Pois,se não tiverdes fé, que reconhecimento tereis, e por conseguinte, que amor? A fé, divina inspiração de Deus, desperta todos os sentimentos que conduzem o homem ao bem: é à base da regeneração. É, pois, necessário que essa base seja forte e durável, pois se a menor dúvida puder abafá-la, que será do edifício que construístes sobre ela? Erguei, portanto, esse edifício, sobre alicerces inabaláveis. Que a vossa fé seja mais forte que os sofismas e as zombarias dos incrédulos, pois a fé que não desafia o ridículo dos homens, não é a verdade...

A Escravidão Psicológica

“A escravidão psicológica destrói a convivência. Depender psicologicamente de alguém é escravidão.  Se nossa maneira de pensar, sentir e obrar depende da maneira de pensar, sentir e obrar daquelas pessoas que convivem conosco, então estamos escravizados.  Constantemente, recebemos cartas de muita gente desejosa de dissolver o eu, porém queixam-se da mulher, dos filhos, do irmão, da família, do marido, do patrão, etc. Essas pessoas exigem condições para dissolver o eu.  Querem comodidades para aniquilar o Ego, reclamam magnífica conduta daqueles que com eles convivem.  O mais gracioso de tudo isto é que essas pobres pessoas buscam as mais variadas evasivas: querem fugir, abandonar o lar, o trabalho, etc. - dizem que - para se realizarem a fundo.  Pobre gente... seus adorados tormentos são seus amos. Naturalmente, essas pessoas não aprenderam a ser livres, sua conduta depende da conduta alheia.  Se quisermos seguir a senda da castidade e aspiramos a que prim...

Semeando rosas

Uma Rainha de Portugal, de nome Isabel, ficou conhecida por sua bondade e abnegada prática da caridade. Ocorre que seu marido, o Rei D. Diniz não gostava das excursões da Rainha, pelas ruas da miséria. Muito menos das distribuições que ela fazia entre os pobres. Não podia admitir que uma mulher nobre deixasse o trono das honras humanas para se misturar a uma multidão de doentes, famintos e mal vestidos. A bondosa Rainha, no entanto, burlava a vigilância de soldados e damas de companhia e buscava a dor nos casebres imundos, levando de si mesma e de tudo o mais que pudesse carregar do palácio. Não levava servas consigo, pois isto seria pedir a elas que desobedecessem às ordens reais. Era humilhante, segundo o seu marido, o que ela fazia. Como uma Rainha, nascida para ser servida, realizava o trabalho de criados, carregando sacolas de alimentos, roupas e remédios? Certo dia, ele mesmo a foi espreitar. Resolveu surpreendê-la na sua desobediência. Viu quando ela adentrou a despensa do palá...