sábado, 10 de julho de 2010

'Nos domínios da Mediunidade'


Aí vai uma dica para quem quer se instruir um pouco mais.. Esse é um livro que eu já li, reli, e sei que ainda vou ter que ler muitas vezes, porque realmente é muito bom =]



“Nos domínios da mediunidade” é um verdadeiro manual sobre os tipos de mediunidade que existem, e sobre os cuidados que o espírito encarnado deve ter quando se dispõe a trabalhar como médium. André Luiz relata, de forma simples e inteligentíssima, os estudos dele em um centro espírita e pelas ruas e casas, em situações cotidianas ou em reuniões mediúnicas, mostrando os perigos que nós, encarnados, não percebemos, por estarmos muito presos às nossas preocupações e paixões materiais.

Ser Espírita



SER ESPÍRITA


Ser espírita não é ser nenhum religioso; é ser cristão.


Não é ostentar uma crença; é vivenciar a fé sincera.


Não é ter uma religião especial; é deter uma grave responsabilidade.


Não é superar o próximo; é superar a si mesmo.


Não é construir templos de pedra;


é transformar o coração em templo eterno.


Ser espírita não é apenas aceitar a reencarnação;


é compreendê-la como manifestação da Justiça Divina


e caminho natural para a perfeição.


Não é só comunicar-se com os Espíritos, porque todos indistintamente se comunicam, mesmo sem o saber;


é comunicar-se com os bons Espíritos para se melhorar e


ajudar os outros a se melhorarem também.


Ser espírita não é apenas consumir as obras espíritas para obter conhecimento e cultura;


é transformar os livros, suas mensagens,


em lições vivas para a própria mudança.


Ser sem vivenciar é o mesmo que dizer sem fazer.


Ser espírita não é internar-se no Centro Espírita,


fugindo do mundo para não ser tentado;


é conviver com todas as situações lá fora, sem alterar-se como espírita, como cristão.


O espírita consciente é espírita no templo, em casa, na rua, no trânsito, na fila, ao telefone, sozinho ou no meio da multidão, na alegria e na dor, na saúde e na doença.


Ser espírita não é ser diferente;


é ser exatamente igual a todos, porque todos são iguais perante Deus.


Não é mostrar-se que é bom; é provar a si próprio


que se esforça para ser bom, porque ser bom deve


ser um estado normal do homem consciente.


Anormal é não ser bom.


Ser espírita não é curar ninguém;


é contribuir para que alguém trabalhe a sua própria cura.


Não é tornar o doente um dependente dos supostos poderes dos outros;


é ensinar-lhe a confiar nos poderes de Deus e nos seus próprios poderes que estão na


sua vontade sincera e perseverante.


Ser espírita não é consolar-se em receber;


é confortar-se em dar, porque pelas leis naturais da vida,


"é mais bem aventurado dar do que receber".


Não é esperar que Deus desça até onde nós estamos;


é subir ao encontro de Deus, elevando-se moralmente e


esforçando-se para melhorar sempre.


Isto é ser espírita


Com as bênçãos de Jesus, nosso Mestre.


Do Livro "Aprendendo a lidar com as crises" –


Wanderley Pereira.



Esse texto eu recebi como e-mail da minha amiga Lucinha, fiquei encanta e resolvi dividi-lo com todos vocês.


Esse texto é tão lindo que chega quase a ser uma oraçõa.


Um ótimo final de semana pra todos.



Pris

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