segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Cura Espiritual



"Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibracionais da mente em desequilíbrio?" (Emmanuel).

No trato com as nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que, quase sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.

A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo derradeiro.

Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos vírus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.

Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura também dependerá da renovação interior do enfermo.

Não basta uma simples pintura quando a parede apresenta trincas.

Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões até hoje não resolvidas.

O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de tirarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.

O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão.

Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada. O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada.

Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.

Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores frequências do equilíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.
Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?

EMMANUEL (Do livro "Vinha de Luz", psicografia de Francisco Cândido Xavier)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Orar com Fé


Sempre ouvimos falar no poder da oração, em como ela é poderosa, como nos livra dos males e nos conecta com Deus.

Mas não basta só dizer palavras bonitas ou complicadas, nós temos que realmente sentir cada palavra, sentir seu significado enquanto falamos.

O ato de orar, é um momento entre nós e o plano espiritual.

Precisamos estar em lugar calmo, com a mente tranquila, focar na oração e visualizar o bem em torno de nós.

A oração pode ser como uma simples conversa entre você e Deus, sem precisar de palavras bonitas, só de sentimentos verdadeiros.

Quando temos fé naquilo que estamos pedindo à Deus, nossa oração alcança planos mais altos e mudamos as vibrações ao nosso redor, tornando assim mais fácil que nosso pedido seja atendido.

Devemos pedir em nossas orações não coisas matérias como, carro, casa, dinheiro... e sim meios de conquista-los.

Quando estamos em oração, devemos pedir aos nossos mentores, sabedoria para lidar com os problemas, força para aguentarmos passar pela situação, pedir proteção, e nunca se esquecer de agradecer.

Temos que adquirir o hábito de agradecer à Deus por tudo, pela nossa família, pelos amigos, pelo trabalho... agradecer até mesmo pelos problemas e pelas dificuldades que enfrentamos, porque cada obstáculo superado é uma lição aprendida.

Nunca devemos nos esquecer que o tempo de Deus é diferente do nosso. As coisas vão acontecer quando estivermos prontos para acontecer e não quando queremos que ela acontece.

Se conseguirmos entender que a oração é um meio de conectarmos à Deus e ao plano espiritual, buscando forças e compreensão de nossa vida e não um meio de pedir, pedir e pedir, nossa vida será mais repleta de luz e paz e quando aparecer um problema estaremos mais fortes para enfrentá-lo.

Cultive o hábito da oração como um alimento para fortificar sua alma, com fé e esperança , pois Deus nunca se afasta de nós, nós é que nos afastamos Dele.

Priscila Benedetti

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Sentimentos



A Morte não é a maior perda da vida.
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos.

Essa semana me deparei com essa frase no Facebook, e ela apareceu em um momento em que eu esteva sentindo uma tristeza muito grande dentro do meu peito.

Essa tristeza, não advinha de uma morte física e sim de uma perda, não material, mas de uma pessoa muito querida que por motivos alheios se afastou.

Quantas vezes não passamos por isso?

Quantas vezes tivemos que nos afastar de pessoas queridas contra a nossa vontade?

Aí você pode dizer: - Mas se não morreu, podemos retomar o contato.

Às vezes, por mais que gostamos de alguém, nos afastamos e essa dor é forte como a dor de perder para a morte.

Assim como quando uma pessoa desencarna, temos a certeza que voltaremos a rever, mas nem essa certeza alivia a dor da morte, assim é esse caso.

Sentir que um sentimento morreu dentro de nós, dói tanto quanto a dor da morte.

Essas duas frases me fez pensar em quantos sentimos já matei dentro de mim, quantas pessoas queridas em um determinado momento de minha, hoje mal são lembradas.

Devemos sempre tentar transformar os sentimentos e não matá-los.

Transformar dor em lembrança, raiva em compaixão, saudade em alegria e assim por diante.

Essa dor no meu peito vai passar, e ao invés de matá-la vou transformá-la em momentos alegres, para que no futuro possa me lembrar com carinho e não com tristeza e pesar.

Para finalizar esse pensamento termino esse texto com a seguinte frase:

“ Assim como o dia se renova e o tempo prossegue, também prosseguirás evoluindo e crescendo, amando e servindo, encontrando a essência grandiosa da vida, no tempo por meio da linguagem inarticulada da Voz de Deus em seu próprio coração. “ - Andrei Moreira- pelo espírito Dias da Cruz, livro- Pílulas de Esperança


Priscila Benedetti

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...