Pular para o conteúdo principal

Postagens

Ações e Palavras

O que você faz fala tão alto, que não consigo ouvir o que você diz. O pensamento do filósofo e escritor americano, Ralph Waldo Emerson, precisa de nossa atenção. Ações falam muito mais de nós mesmos do que nossas palavras. Nossas palavras articulam-se por conveniência, por convenções e podem ser muito bem dissimuladas por força de nossa vontade, isto é, nem sempre contarão a verdade. As ações mostram o que há em nossa alma, nossa índole, nossos valores. É muito fácil falar. Mais difícil agir. Francisco de Assis, missionário que resgatou a essência da mensagem do Cristo na Terra, em uma de suas pregações, afirmou : A paz proclamada por vós com palavras deve habitar de modo mais abundante em vossos corações. Isso significa que precisamos vivenciar algo para que nossas palavras e opiniões tenham peso .  É a chamada  autoridade moral . Ela é válida na educação dos filhos, por exemplo. Esses precisam identificar ,  nos genitores ,  o mesmo compor...

Espiritismo na Prática

Autor: Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco Mergulhando a mente nas profundas lições da Doutrina Espírita, o homem se ilumina e descobre os tesouros que buscava, a fim de enriquecer-se de conhecimento e beleza, realizando uma experiência humana caracterizada pela ética-moral relevante, que ressalta do conteúdo superior absorvido. Não obstante a excelência das informações espíritas, estas impõem como finalidade precípua a transformação íntima da criatura, que deve adotar uma conduta pautada nos seus ensinamentos, graças aos quais se fazem imediatos o aprimoramento moral, a renovação emocional e sua conseqüente aplicação no comportamento social. Sem a devida utilização dos recursos intelectuais que decifram as incógnitas da existência corporal, toda essa conquista não passará de adorno sem sentido, que não contribui, significativamente, para a felicidade real do indivíduo. O conhecimento propõe responsabilidade, e esta aciona os mecanismos dos deveres fraternais...

Gratidão e Transcendência

Autor: Joanna de Ângelis (espírito) "A psicologia clássica e as que surgiram em diferentes escolas de experimentação clínica têm o dever de considerar o ser humano além da dualidade corpo-mente, igualmente a condição de espírito imortal. Mesmo não aceitando a possibilidade da sua sobrevivência ä morte orgânica, é compromisso científico o estudo de todas as variantes sem preconceito quanto ä sua legitimidade. Isso porque os pacientes procedem de todas as camadas culturais e sociais, religiosas e positivistas, crentes e não vinculadas a nenhum credo espiritualista... O resultado de tal procedimento será sempre positivo no auxílio ä clientela de ansiosos e transtornados. As pesquisas do magnetismo, por exemplo, assim como do hipnotismo, inicialmente combatidos com veemência, trouxeram, no último quartel do século XIX, em diferentes academias fixadas aos padrões do materialismo vigente, valiosa contribuição para a descoberta e o entendimento do subconsciente assim como , posteriorm...

Tempo da Regra Áurea

"Assim, tudo o que vos quereis que os homens vos façam, fazei-o também vos a eles; esta é a lei e os profetas." (S.Matheus cap.7 v.12) F aremos hoje o bem a que aspiramos receber. Alimentaremos para com os semelhantes os sentimentos que esperamos alimentem eles para conosco. Pensaremos acerca do próximo somente aquilo que estimamos pense o próximo quanto a nós. Falaremos as palavras que gostaríamos de ouvir. Retificaremos em nós tudo o que nos desagrade nos outros. Respeitaremos a tarefa do companheiro como aguardamos respeito para a responsabilidade que nos pesa nos ombros. Consideraremos o tempo, o trabalho, a opinião e a família do vizinho tão preciosos quanto os nossos. Auxiliaremos sem perguntar, lembrando como ficamos felizes ao sermos auxiliados sem que dirijam perguntas. Ampararemos as vítimas do mal com a bondade que contamos receber em nossas quedas, sem estimular o mal e sem esquecer a fidelidade a prática do bem. Trabalhar...

12 Maneiras de Jogar Energia Fora

Todas as vezes que escrevo sobre energias, mais precisamente sobre o relacionamento energético entre os seres humanos, recebo dezenas de mensagens de leitores reclamando e pedindo soluções para o roubo de energia. Essas pessoas sempre apontam colegas de trabalho, familiares, amigos e determinados locais como os responsáveis pela sua debilidade energética. Não posso negar que realmente existem pessoas complicadas e ambientes não muito agradáveis. Hoje chamaremos a atenção de vocês para alguns aspectos importantes. Por mais que existam pessoas desequilibradas e  difíceis nós é que somos responsáveis pela nossa energia e cabe a cada um de nós preservá-la e administrá-la da melhor forma possível. Existem “receitinhas”, orações, banhos, cristais e um arsenal de proteção, que são válidos e eficientes até um certo ponto. Porque aquele que não assume a responsabilidade por suas venturas e desventuras sempre estará vulnerável às energias ao seu redor. Sabe por que o outro rouba a sua ...

À Mãe Cristã

O  mundo será feliz quando a mulher, sem receio, abrir a porta da casa aos órfãos do lar alheio. (Irene Sousa Pinto) Mãe feliz, aguça o ouvido ante os que vão sem ninguém... Cada pequeno esquecido é teu filhinho também. (Rita Barém de Melo) Não olvides que a criança, no caminho, vida a fora, vai devolver-te, mais tarde, o que lhe deres agora. (Casimiro Cunha) Mãezinha - planta celeste, anjo que chora sorrindo -, teu filho é a flor que puseste no ramo de um sonho lindo. (Meimei) Xavier, Francisco Cândido. Da obra:  Pai Nosso . 19a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.

Sementes de Felicidade

Você sabe o que é felicidade? Ou você será daquelas pessoas que afirmam nunca terem sido felizes? Será mesmo que a felicidade só alcança algumas pessoas ou será que você não descobriu o que é felicidade? Será que você pensa que felicidade deve ser total, irrestrita, ampla? A felicidade existe. Ocorre que, comumente, não nos damos conta de fatos felizes. Não atentamos para coisas pequenas, mas importantes, que deveriam ser motivo de felicidade. Recordamos de duas meninas cambojanas. Uma delas era uma criança miúda, vestindo farrapos. Estava tão coberta de fuligem que, num primeiro contato, não se conseguia ver se era menino ou menina. Chamava-se Rithy e tinha doze anos. Nunca fora à escola. Vivia a revirar o lixão da capital cambojana, à procura de algo que pudesse render alguns trocados. A outra tinha nove anos, chamava-se Nich. Ambas cheiravam muito mal. Um homem se aproximou e disse que gostaria de conhecer a mãe delas. Combinou um encontro para o dia seguinte num c...